3 dicas para pedalar com segurança  

Pedalar de maneira segura é, antes de tudo, observar os detalhes. Capacete, luva, óculos e outros acessórios são importantíssimos para garantir a integridade do ciclista. Outro ponto que merece muita atenção é a segurança mecânica. Isso significa que o ciclista deve prestar atenção no bom funcionamento da bicicleta, desde a pressão dos pneus até a altura do selim. “Para evitar qualquer tipo de acidente, o ciclista precisa, periodicamente, fazer revisões”, alerta Alisson Correia, profissional da Magazine Bike Show.

Fazer a manutenção da bicicleta significa prevenir incidentes ou acidentes indesejáveis. A falha mecânica pode colocar o ciclista em situações complicadas. “Os acidentes não acontecem apenas por imprudência durante a pedalada, mas por uma falha que poderia ser evitada caso fossem realizadas revisões constantes”, comentou Alisson.

1 – Checagem

Antes de sair para uma pedalada, cabe ao ciclista olhar, mesmo que seja rapidamente, alguns pontos. “Checar as blocagens, para ver roda está totalmente segura. Também é necessário verificar a pressão dos pneus. Ver os pontos de contato da bicicleta, como é o caso dos freios. Observar, ainda, os ajustes das marchas e a altura do selim”, comentou Alisson. “Essas são checagens gerais e que podem ser feitas antes de sair para pedalar”, acrescentou.

2 – Revisões

O que garante, efetivamente, a segurança mecânica, e, consequentemente, a segurança da integridade física do ciclista, são as revisões gerais. Manter a bicicleta em boas condições de uso é a peça chave da segurança mecânica. Para isso, cabe ao ciclista, levar a máquina, periodicamente, a uma loja especializada.

“Em condições normais, recomendamos duas revisões anuais. Entendemos por condições normais, o uso da bicicleta em locais sem sujeira, maresia ou qualquer outra adversidade. Já em condições diversas, é necessário, no mínimo quatro revisões anuais, considerando que a bicicleta seja utilizada em período chuvoso e lama, por exemplo”, ressaltou Alisson Correia. “Para tudo isso, é importante sempre procurar uma loja da sua confiança, com profissionais qualificados e preocupados com o bem-estar do ciclista”, finalizou.

3 – Capacete é indispensável

O capacete é um acessório indispensável. Para os ciclistas que fazem treinamento diário, o acessório torna-se quase uma obrigação. Na trilha ou no asfalto, as adversidades são inúmeras, desde um galho ou uma pedra, até mesmo uma queda em baixa ou alta velocidade, o capacete vai proteger o crânio de maneira eficiente.  O principal objetivo de um capacete é desacelerar o crânio (e, por consequência, o cérebro) com mais suavidade possível e o EPS (Poliestireno Expandido) cumpre esse papel com louvor.

Seja na locomoção diária, em um passeio ou durante um treinamento, a utilização do capacete é muito importante. Em sua pedalada, o ciclista encontra diversas situações que podem exigir a proteção do capacete”, destacou André Formigão, profissional da Magazine Bike Show. “Lembrando que, os capacetes possuem validade e é preciso observar o interior dos mesmos, já que podem apresentar rachaduras. Sempre ficar atento a esses detalhes”, acrescentou.

No mercado existem diversos modelos para as mais variadas modalidades: mountain bike, contrarrelógio, triathlon, downhill, BMX, entre outras derivações do ciclismo. O mais comum, no entanto, é o feito com EPS, um material que foi descoberto por dois químicos da empresa alemã Basf em 1949. O produto final é composto de pérolas de até 3 milímetros de diâmetro que expandem até 50 vezes o seu tamanho e consistem em 98% de ar e 2% de Estireno. O EPS é um tipo de “isopor”, muito resistente, com várias aberturas para ventilação e que protege basicamente o topo da cabeça, as laterais e a nuca. Na dúvida, sobre qual capacete escolher, sempre procure um profissional para orientação.

2018-05-17T10:39:13+00:00 17/05/2018 10:39:13|Bike Speed (SPD), Mountain Bike (MTB)|