Capacete: um acessório que pode salvar vidas

Como todo acessório ou equipamento de ciclismo, existem diversas marcas e modelos no mercado. O capacete não foge à regra. Considerando uma escala de importância, o capacete, sem dúvida, está no topo da lista. Você pode até pedalar com ou sem luva, com ou sem sapatilha, mas evite ir sem capacete. A cabeça é um dos pontos mais vulneráveis em caso de acidente e, por esse motivo, deve estar bastante protegido para qualquer adversidade.

Seja na locomoção diária, em um passeio ou durante um treinamento, a utilização do capacete é muito importante. Em sua pedalada, o ciclista encontra diversas situações que podem exigir a proteção do capacete”, destacou André Formigão, profissional da Magazine Bike Show. “Lembrando que, os capacetes possuem validade e é preciso observar o interior dos mesmos, já que podem apresentar rachaduras. Sempre ficar atento a esses detalhes”, acrescentou.

É certo que o capacete não é um acessório muito confortável, porém existem modelos que podem minimizar esse problema. “É preciso encontrar o modelo correto e observar também o peso”, ressaltou André. “Durante uma pedalada mais longa, principalmente durante os treinamentos ou passeios com horas estendidas, o peso do capacete pode ser um incômodo. Para isso, existem modelos leves no mercado que aliviam essa situação”, pontuou.

Indispensável

O capacete é um acessório indispensável. Para os ciclistas que fazem treinamento diário, o acessório torna-se quase uma obrigação. Na trilha ou no asfalto, as adversidades são inúmeras, desde um galho ou uma pedra, até mesmo uma queda em baixa ou alta velocidade, o capacete vai proteger o crânio de maneira eficiente.  O principal objetivo de um capacete é desacelerar o crânio (e, por consequência, o cérebro) com mais suavidade possível e o EPS (Poliestireno Expandido) cumpre esse papel com louvor.

No mercado existem diversos modelos para as mais variadas modalidades: mountain bike, contrarrelógio, triathlon, downhill, BMX, entre outras derivações do ciclismo. O mais comum, no entanto, é o feito com EPS, um material que foi descoberto por dois químicos da empresa alemã Basf em 1949. O produto final é composto de pérolas de até 3 milímetros de diâmetro que expandem até 50 vezes o seu tamanho e consistem em 98% de ar e 2% de Estireno. O EPS é um tipo de “isopor”, muito resistente, com várias aberturas para ventilação e que protege basicamente o topo da cabeça, as laterais e a nuca. Na dúvida, sobre qual capacete escolher, sempre procure um profissional para orientação.